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7 de abril: um dos dias dos jornalistas

thiago-74x75Por Thiago Vendrami, jornalista que produz conteúdos bacanas para a STICORP

24 de janeiro (Dia do Padroeiro, São Francisco de Sales), 29 de janeiro (um dos dias mais citados como Dia do Jornalista), 16 de fevereiro (Dia do Repórter, uma das funções exercidas pelos jornalistas, claro), 7 de abril (instituído pela Associação Brasileira de Imprensa), 3 de maio (Liberdade de Imprensa, decretada pela ONU em 1993) e 1 de junho (Dia da Imprensa).

Não importa qual das datas você mais comemora ou que eu mais comemoro. Devemos celebrar todos os dias a nossa missão – afinal, não somos jornalistas apenas durante um expediente.

Somos jornalistas a cada pulsar do coração. E mesmo quando deixamos de existir nesse plano, não deixamos de ser jornalistas. Tudo o que produzimos se perpetua, são construções históricas.

Desde aquela nota ou release até as notícias que são capazes de mudar a vida de toda a humanidade, estamos presentes como profissionais e humanos.

Mesmo que tenhamos a característica (uma das mais importantes de nossa profissão, por sinal) de manter a isenção de sentimentos ou de lado na elaboração do conteúdo,  após a entrega nos rendemos ao nosso “eu”.

Qual jornalista nunca caiu de joelhos aos prantos após noticiar uma tragédia? Ou qual jornalista nunca teve crise de gastrite nervosa após cobrir um caso de corrupção ou outro crime tão estúpido quanto? Por fim, ouso dizer que refletimos nossa vida diante de casos de superação ou milagres que presenciamos.

Dizem que a imprensa é o quarto poder. Eu acredito nisso. Quando nenhum dos outros três (Executivo, Legislativo e Judiciário) funciona, a imprensa é acionada para denunciar, cobrar, ser a voz do povo e muito mais. O interessante (e assustador ao mesmo tempo) é que existe sempre a expectativa de resolvermos os desafios de cada cidadão, desde aquele vazamento na rua que não tem asfalto até o maior dos escândalos políticos.

Entendo que a confiança depositada pela sociedade em nós é a maior conquista que podemos ter.

Reflita: aquelas pessoas nunca nos viram na vida. Elas não sabem, por exemplo, quem é o Thiago Pelusi Vendrami, o que ele faz além de ser jornalista, quais são seus sonhos, suas virtudes e defeitos. Mas confiam a ele segredos que jamais revelariam a outro alguém, até mesmo por medo. E são seguros de que esse profissional vai honrar a preservação da fonte, investigar, agir e encontrar uma solução, enfrentando seja lá quem for.

O dia a dia em uma Redação

De todas  as vertentes que um jornalista pode atuar, uma das mais  interessantes e a mais visível é no ambiente de Redação. Mas é importante ressaltar que isso não significa que o profissional vai ficar lá sentado esperando as notícias chegarem por redes sociais (condeno essas atitudes).

O jornalista que trabalha em Redação geralmente está (ou ao menos deveria estar) nas ruas com personagens, com fontes, investigando, denunciando. Como citei acima, sendo a voz da sociedade.

Já testemunhei atos heroicos de policiais militares e bombeiros que arriscaram a própria vida para salvar a de desconhecidos, o salvamento realizado por equipes de resgate (soma-se a isso o Samu), a superação até mesmo de animais que estavam à beira da morte e já me deparei com a morte de policiais e bandidos (inclusive já estive em meio a tiroteios para garantir a informação relatada por quem presenciou a cena e não contada por terceiros), além de vítimas de crimes. Acidentes foram vários, onde pessoas em segundos se tornaram pedaços de corpo humano espalhados pela pista ou carbonizados.

Me envolvi também em muitas outras coisas, como denúncias de abandono, outras comemorativas como Dia das Mães (e me encantei ainda mais com esse dom precioso das mulheres) e eventos que movimentam a economia da região.

Todos esses cenários foram devidamente relatados aos leitores de veículos on-line e impresso (nunca tive experiência com Rádio e TV, as únicas até agora). Sempre com feedback que auxiliaram na minha construção.

É verdade que também já tive que passar por Direção Espiritual com um Padre. Como ele mesmo disse “jornalista no dia a dia, nas ruas, diante de tragédias, enfrentam espíritos inimigos, ainda mais que o jornalista geralmente tem uma grande força exercida para não se envolver com aquela situação”. Me fez muito bem como pessoa, como católico apostólico romano e como profissional.

Marketing de Conteúdo

O marketing de conteúdo é um novo caminho natural a ser seguido por jornalistas profissionais. Um desafio super interessante a superar a cada dia. Resultados então nem se fala: comemorar é, literalmente, delicioso!

Diferentemente de publicidade de produtos e serviços, o marketing de conteúdo entrega conteúdos relevantes e engajadores ao público-alvo e promove a conversão voluntária, passiva. Não é nada ofensivo e jogado. É uma estratégia incrível, uma relação de confiança e cordialidade entre fornecedores e clientes.

Mas por qual motivo um jornalista profissional deve se envolver com o marketing de conteúdo? A resposta chega a ser curta e grossa por meio de uma outra pergunta: qual outro profissional é capaz de absorver todos os tipos de informações e trabalhar o conteúdo para que chegue claro ao receptor?

Da mesma forma que um camaleão se adequa ao ambiente, nos adequamos aos conteúdos. Por isso conseguimos assessorar múltiplas empresas que sequer imaginamos um dia estarmos envolvidos e fazer o melhor sempre.

Entregamos valores que nenhum outro tipo de marketing ou publicidade é capaz de fazer. Nossa missão é entregar conteúdos que sejam interessantes para nossos clientes.

Tantas outras coisas…

O jornalista é um profissional capaz de fazer (e habilitado para tanto) inúmeras coisas que em um único artigo ninguém é capaz de relatar com profundidade.

Sou feliz por ser o que sou. Jornalista por profissão E paixão. Sou grato pela oportunidade de estudar para isso, enfrentando tantos desafios. Conquistei o direito de ser jornalista por formação.

Por aqui encerro um artigo. E sigo trabalhando, no exercício de minha profissão, fazendo aquilo que nasci para fazer. E sonhando em revolucionar o mundo, em torná-lo um lugar melhor. E para isso, já realizo ao meu redor.

Na foto abaixo, recebo um (delicioso e lindo) agrado da equipe de Marketing da STICORP. Uma equipe que tenho orgulho em fazer parte. São alguns dos meses mais valiosos para o meu eu profissional e pessoal. Flavia Gamonar e Eduardo Colazelli, o meu muito obrigado por existirem e participarem da minha vida.

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